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Revista Corcodarium 5 (Out-Dez 2025)

Capa de Manoel de Almeida e Sousa. coordenação de Feliciano Mira. Edição: Mandrágora - Cascais.

Revista Corcodarium 5 (Out-Dez 2025) dedicada a EV.EX – Évora Experimental  2024, quinta edição. Capa de Manoel de Almeida e Sousa. Coordenação de Feliciano Mira. Colaboram: Manoel de Almeida e Sousa, César Figueiredo, Fernando Aguiar, Armando Macatrão, António Dantas, Maria João Lopes Fernandes, Feliciano Mira, Brenda Segura, Carlos César Pacheco, Anésia Manjate e José Oliveira.

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Revista Largo das Belas-Artes 05 (Dez 2024)

No ano passado saiu a Revista Largo das Belas-Artes 05 (Dez 2024, ISSN 2184-905605), dedicada às I Jornadas Francisco de Holanda, que decorreram a 30 de Outubro, 6 e 7 de Novembro de 2021 na Faculdade de Belas.Artes da Universidade de Lisboa.  O número inclui o meu artigo ‘ Da criação à investigação: transdisciplinaridade, experimentalismo e feminismo’ que resultou da participação nas jornadas, onde refleti sobre o meu percurso artístico em relação à investigação. Fica aqui o artigo e o link para lerem revista on-line. 

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Alentejo Ilustrado (Fevereiro 2025)

Na revista Alentejo Ilustrado Nº17-Ano II-Fevereiro de 2025, o Alexandre Barahona apresenta-me de forma simpática. Podem ler o texto aqui.

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Alentejo Ilustrado (Jan 2025)

Pintura de minha autoria na capa da revista Alentejo Ilustrado nº16, Ano II, Janeiro 2025.
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Big Ode #4 (Mar-Jun 2008)

Capa de Big. Ode #4: Urbe, Março-Junho 2008, edição de Rodrigo Miragaia, Almada.
Colaboração na Big. Ode #4: Urbe, Março-Junho 2008, edição de Rodrigo Miragaia, Almada.

A Big Ode #4 (Mar-Jun 2008), editada por Rodrigo Miragaia. com o tema Urbe, é um número que guardo na memória com especial carinho. Na altura, também com Sara Rocio iniciamos uma itinerância conjunta, onde fazíamos leituras dos textos publicados nas apresentações da revista. Fomos ao Porto, a Coimbra, às Caldas da Rainha e participamos também no festival Edita em Punta Umbria (Espanha). Os lançamentos eram pontos de encontro entre poetas e artistas que tinham publicado na revista, porque nem sempre os conhecíamos pessoalmente, e os autores muitas das vezes também participavam nas leituras, o que era óptimo. Nestas viagens conhecemos também vários editores de revistas e outros autores. Recordo ficar surpreendida por nos apelidarem de ‘grupo de Almada’, de facto a sede era o Rodrigo lisboeta que lá residia. Nesse sentido, fomos entrevistados em Coimbra no âmbito de um estudo sobre edições independentes nas periferias das grandes cidades. Lembro-me de lhes contar que sou eborense na altura a residir em Lisboa, a Sara do Barreiro, de onde vínhamos tinha uma importância relativa, estávamos sintonizados em torno do projecto aventura do Rodrigo e a itinerância foi uma intensa experiência humana, pela partilha e convívio. Neste número colaborei com dois textos visuais labirínticos, da série ‘No Fio de Ariadne’ (2008).